30 outubro 2010
29 outubro 2010
toda comida tem história...
Você sabe qual a história do Nhoque da Fortuna? A Chef Cris Leite sabe!
Conta a lenda que São Pantaleão, num certo dia 29 de dezembro, vestido de andarilho, perambulava por um vilarejo da Itália. Faminto, bateu a porta de uma casa e pediu comida.
A família era grande e pobre. Apesar disso, eles dividiram o nhoque que comiam com o andarilho. Cada um recebeu 7 massinhas.
São Pantaleão comeu, agradeceu a acolhida e se foi. Quando foram recolher os pratos, descobriram que embaixo de cada um havia bastante dinheiro.
Conta a lenda que São Pantaleão, num certo dia 29 de dezembro, vestido de andarilho, perambulava por um vilarejo da Itália. Faminto, bateu a porta de uma casa e pediu comida.
A família era grande e pobre. Apesar disso, eles dividiram o nhoque que comiam com o andarilho. Cada um recebeu 7 massinhas.
São Pantaleão comeu, agradeceu a acolhida e se foi. Quando foram recolher os pratos, descobriram que embaixo de cada um havia bastante dinheiro.
Desde então, acredita-se que todo dia 29 comer nhoque traz fortuna. Segundo o ritual deve-se colocar uma nota embaixo do prato, comer os primeiros sete nhoques em pé, fazer um pedido antes de comer cada um deles.
Não custa nada tentar, boa sorte!
Para preparar um nhoque macio e saboroso, é fundamental utilizar um tipo de batata adequado para este prato. A batata baraka é ideal para fazer nhoque por conter pouca água. Clique aqui e veja a receita da Chef Cris Leite.
27 outubro 2010
Roy Fox Lichtenstein
Entre os grandes nomes da história da Pop Art, está o novaiorquino Roy Fox Lichtenstein (1923 - 1997). Seguindo a tendência ele transformou em arte conceitos e mitos conhecidos, no seu caso, valorizando os clichês das HQs, forma de comunicação já conhecida e muito consumida na época (anos 50-60). Surgiu daí uma linguagem única e inconfundível do artista.
Ao lado de muitos artistas fundadores do movimento e participantes do Independent Group, que seguiam na contramão da arte moderna, Roy se destacou por aplicar nas artes um cuidado sem igual com a estética das pinturas e esculturas, apesar de utilizar uma linguagem já conhecida para fazer arte.
O impressionante na obra de Lichtenstein é a preocupação em transmitir exatamente o estilo das HQs, trabalhando com cores fortes, marcação dos contornos e técnicas como o pontilhismo, para recriar as retículas dos quadrinhos impressos. Seu trabalho é paciente e planejado. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.
Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Os seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstração.
Ao lado de muitos artistas fundadores do movimento e participantes do Independent Group, que seguiam na contramão da arte moderna, Roy se destacou por aplicar nas artes um cuidado sem igual com a estética das pinturas e esculturas, apesar de utilizar uma linguagem já conhecida para fazer arte.
O impressionante na obra de Lichtenstein é a preocupação em transmitir exatamente o estilo das HQs, trabalhando com cores fortes, marcação dos contornos e técnicas como o pontilhismo, para recriar as retículas dos quadrinhos impressos. Seu trabalho é paciente e planejado. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.
Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Os seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstração.
há 129 anos nascia...
Pablo Diego José Francisco de Paula Juan Nepomuceno María de los Remedios Cipriano de la Santísima Trinidad Ruiz y Picasso, ou simplesmente Pablo Picasso, um dos maiores artistas do século XX ! Suas obras continuam a ser referência no mundo. Sua imagem continua a ser vinculada com a arte e seus fãs, admiradores fieis, tem o gênio como um símbolo de talento e criatividade.
Audacioso, perfeito nas telas, detalhista nas esculturas e provedor de uma arte singular que, modificou a maneira de pensar em arte no século passado, Picasso, é uma figura inesquecível e ímpar na transformação que a sociedade mundial passou durante o período em que ele a retratou.
E quem sai de uma exposição com suas obras costuma ficar completamente atordoado depois de tanta informação reunida.
Não é à toa: Pablo Picasso (1881-1973) é considerado o pintor mais produtivo de todos os tempos e o acervo do museu localizado no bairro do Marais é só um espelho dessa obra tão extensa e variada.
Audacioso, perfeito nas telas, detalhista nas esculturas e provedor de uma arte singular que, modificou a maneira de pensar em arte no século passado, Picasso, é uma figura inesquecível e ímpar na transformação que a sociedade mundial passou durante o período em que ele a retratou.
E quem sai de uma exposição com suas obras costuma ficar completamente atordoado depois de tanta informação reunida.
Não é à toa: Pablo Picasso (1881-1973) é considerado o pintor mais produtivo de todos os tempos e o acervo do museu localizado no bairro do Marais é só um espelho dessa obra tão extensa e variada.
Em 75 anos de carreira, o pintor espanhol produziu nada menos do que 13 500 pinturas e desenhos, 100 000 gravuras, 34 000 ilustrações de livros e 300 esculturas e cerâmicas.
A coleção de sua obra é avaliada em centenas de milhões de dólares. Só o quadro Menino com Cachimbo (1905) foi vendido por 104 milhões de dólares – o quadro mais caro de todos os tempos – num leilão promovido pela Sotheby’s de Nova York.
Tido como o maior artista do século 20, Picasso também ficou famoso por suas mulheres, muitas delas retratadas em suas obras. Entre as mais famosas estão a bailarina russa Olga Kokhova e a fotógrafa Dora Maar.
Les Demoiselles d'Avignon, 1907
"Minha mãe me dizia: "Se queres ser um soldado, serás general. Se queres ser um monge, acabarás sendo Papa." Então eu quis ser um pintor e agora sou Picasso."
25 outubro 2010
penso e passo
Quando penso que uma palavra
Pode mudar tudo
Não fico mudo
Mudo
Quando penso que um passo
Descobre o mundo
Não paro o passo
Passo
E assim que passo e mudo
Um novo mundo nasce
Na palavra que penso.
Alice Ruiz
Pode mudar tudo
Não fico mudo
Mudo
Quando penso que um passo
Descobre o mundo
Não paro o passo
Passo
E assim que passo e mudo
Um novo mundo nasce
Na palavra que penso.
23 outubro 2010
Drummond já dizia....
"Não importa onde você parou, em que momento da vida você cansou. Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo, é renovar as esperanças na vida e, o mais importante, acreditar em você de novo"
o lightgraff é efêmero e isso lhe confere beleza
O que significa lightgraff? É uma palavra formada pela contracção de "light" (luz) e "graff", abreviatura de graffiti, ou seja graffiti feito de luz.
Trata-se de uma disciplina artística recente que combina e unifica a técnica da escrita caligráfica e da fotografia em atos únicos e irrepetíveis. O lightgraff é efémero e é isso que lhe confere beleza.
O lightgraff é puro e espontâneo: não há truques, não há margem para erros, não há tratamento digital posterior para correção.
O artista não vê o que faz. Sente-o, quando muito, pois poderia fazê-lo de olhos fechados. É arte ao vivo. Ao contrário do graffiti convencional não é intrusivo e não vandaliza. Não deixa marcas, apenas registos fotográficos.
É imaterial e, ao mesmo tempo, tridimensional.
O fotógrafo e o graffitter são as únicas testemunhas: um escreve, o outro regista.
Recentemente tem vindo a ganhar um número crescente de adeptos e executantes, nomeadamente na França.
Artistas como Rézine, Julien Breton (kaalam) e Brusk iluminam as noites de Paris e outras cidades francesas com pincéis de luz feitos de lâmpadas de néon, LEDs e ponteiros laser multicoloridos guiados por mãos precisas. Autodenominam-se "calígrafos".
Vestem-se de negro para que as câmaras fotográficas, reguladas para um tempo de exposição longo, captem apenas as suas coreografias e ritmos.
Vestem-se de negro para que as câmaras fotográficas, reguladas para um tempo de exposição longo, captem apenas as suas coreografias e ritmos.
Muitas vezes estes espetáculos fugazes são acompanhados de um fundo musical que, infelizmente, não aparece nas fotografias.
É impossível ficar indiferente à beleza, significado e potencial desta expressão artística que reúne num instante fugaz um conteúdo tão intenso.
Os calígrafos utilizam caracteres árabes e de outros alfabetos e combinam-os habilmente numa nova síntese. O graffiti convencional empalidece ao pé destes símbolos pujantes.
Há muito tempo que a escrita não conhecia uma evolução tão importante.
Fonte http://obviousmag.org
22 outubro 2010
16 outubro 2010
por Rick and Roll ou Ricardo Martins, ou vice-versa, sobre um tal John Lennon
Cara Ana !!!
Desde a década de 80 mantenho a tradição de homenagear um dos maiores músicos e pensadores do século XX, e hoje presto tributo a John Lennon que no dia 9 de outubro comemoraria seu 70º aniversário.
Imagine......
Passados 30 anos do desaparecimento, observo que sua imagem parece turvar-se diante das novas gerações que o caracterizam como apenas mais uma celebridade do universo pop.
E diante desse processo de desintegração cultural, proponho lembrar-mos este homem que pagou com a própria vida a ousadia de dizer: Dê uma chance à paz.
Vale lembrar que John Lennon também tinha seus defeitos, durante sua vida consumiu álcool e drogas, tendeu a ser abusivo (tanto verbal como fisicamente) e esteve em meio a uma névoa de egocentrismo que o cegou diante dos sentimentos daqueles que o cercavam.
Embora estivesse longe de ser um modelo, o que merece admiração é a persistência com a qual esse artista lutou por aquilo que acreditava. Lennon nunca desistiu de tentar transcender o tipo de pessoa que era para se tornar alguém melhor e no meio desse caminho, deixou um rastro de realizações criativas que se tornaram referências de uma época e instrumentos de transformação da paz de milhares de pessoas em todo o mundo que passaram a acreditar em seus ideais pacifistas.
Sua influência manteve-se após a sua morte, algumas de suas canções em razão de seu engajamento político, até hoje são banidas da mídia em ocasiões especiais, como aconteceu em 11 de setembro de 2001, quando a canção "Imagine" foi impedida de tocar nas rádios americanas. Nessa ocasião, as autoridades baniram a execução dessa canção nas rádios, por acharem que o trecho "Imagine que não existisse céu" pudesse ferir os ouvidos mais sensibilizados.
Entretanto alguns dias depois, o cantor Neil Young desafiou a ira dos conservadores e cantou "Imagine" num programa de TV. Afinal, qual melhor canção para repudiar aquele violento ataque do que o hino de John Lennon?
Nunca saberemos o que John poderia ter realizado se tivesse vivido mais algumas décadas, o fato é que a rebeldia e o romantismo de suas canções ainda estimulam as pessoas a pensarem e brilha como uma luz de paz e verdade no coração de seus fãs, principalmente nesses dias em que predomina o cinismo musical e a sociedade moderna está se afogando num labirinto de alienação digital.
E antes que eu esqueça: Tire o pé da parede !!!
Beijo.
Desde a década de 80 mantenho a tradição de homenagear um dos maiores músicos e pensadores do século XX, e hoje presto tributo a John Lennon que no dia 9 de outubro comemoraria seu 70º aniversário.
Imagine......
Passados 30 anos do desaparecimento, observo que sua imagem parece turvar-se diante das novas gerações que o caracterizam como apenas mais uma celebridade do universo pop.
E diante desse processo de desintegração cultural, proponho lembrar-mos este homem que pagou com a própria vida a ousadia de dizer: Dê uma chance à paz.
Vale lembrar que John Lennon também tinha seus defeitos, durante sua vida consumiu álcool e drogas, tendeu a ser abusivo (tanto verbal como fisicamente) e esteve em meio a uma névoa de egocentrismo que o cegou diante dos sentimentos daqueles que o cercavam.
Embora estivesse longe de ser um modelo, o que merece admiração é a persistência com a qual esse artista lutou por aquilo que acreditava. Lennon nunca desistiu de tentar transcender o tipo de pessoa que era para se tornar alguém melhor e no meio desse caminho, deixou um rastro de realizações criativas que se tornaram referências de uma época e instrumentos de transformação da paz de milhares de pessoas em todo o mundo que passaram a acreditar em seus ideais pacifistas.
Sua influência manteve-se após a sua morte, algumas de suas canções em razão de seu engajamento político, até hoje são banidas da mídia em ocasiões especiais, como aconteceu em 11 de setembro de 2001, quando a canção "Imagine" foi impedida de tocar nas rádios americanas. Nessa ocasião, as autoridades baniram a execução dessa canção nas rádios, por acharem que o trecho "Imagine que não existisse céu" pudesse ferir os ouvidos mais sensibilizados.
Entretanto alguns dias depois, o cantor Neil Young desafiou a ira dos conservadores e cantou "Imagine" num programa de TV. Afinal, qual melhor canção para repudiar aquele violento ataque do que o hino de John Lennon?
Nunca saberemos o que John poderia ter realizado se tivesse vivido mais algumas décadas, o fato é que a rebeldia e o romantismo de suas canções ainda estimulam as pessoas a pensarem e brilha como uma luz de paz e verdade no coração de seus fãs, principalmente nesses dias em que predomina o cinismo musical e a sociedade moderna está se afogando num labirinto de alienação digital.
E antes que eu esqueça: Tire o pé da parede !!!
Beijo.
Assinar:
Postagens (Atom)









