11 junho 2008

Você......

Pode não ser o Princípe dos meus sonhos, mas com certeza é o Sapo da minha vida!

Dia dos Namorados: Lá vai uma dica


Eu acredito que sair de casa no Dia dos Namorados é uma daquelas grandes roubadas da vida. Porque é possível que o seu restaurante favorito esteja lotado e todo o ambiente esteja artificialmente romântico.
Se você concorda, pode se divertir bolando cenários e programas simpáticos com seu amor (ou com os amigos incluídos no programa) na sua própria casa - com a vantagem de começar (e esticar) a festa no horário que bem entender.
Neste dia todo exagero é permitido. O que é especialmente bom para fugir de clichês - pontos negativos no quesito criatividade...
Capriche na iluminação, que deve ser indireta ou à luz de velas.
Escolha um cardápio que dispense talheres (boa desculpa para uma pequena farra no meio do jantar): uma torta gostosa, legumes cortadinhos em palitos, bruschettas de tomates frescos e vinho tinto. Para a sobremesa: bem....aí fica por sua conta! E pode ser saboreada na sala de estar, no quarto, na varanda, enfim onde sua imaginação permitir.


10 junho 2008

O lado sustentável de cada um!


“Gaia, a terra viva, está velha e não está mais tão forte como há 2 bilhões de anos. Ela luta para manter o planeta fresco o bastante para sua profusão de formas de vida contra o inevitável aumento de calor solar. Mas, para agravar suas dificuldades, uma dessas formas de vida – os seres humanos, animais tribais aguerridos com sonhos de conquistar até outros planetas – tentou governar a terra em seu próprio benefício somente...”“Chegou a hora de planejarmos uma retirada da posição insustentável que agora atingimos pelo emprego inadequado da tecnologia. Melhor recuar agora, quando ainda dispomos de energia e tempo. Como Napoleão em Moscou, temos bocas demais para alimentar e recursos que diminuem diariamente enquanto não nos decidimos.”
James Lovelock, no livro “A Vingança de Gaia”

Seja a mudança que você deseja ver no mundo


Hoje, tornou-se politicamente correto para as empresas, profissionais ligados às áreas social e ambiental, mídia e políticos mais antenados com a realidade falar em sustentabilidade. Mas será que todos estão falando da mesma coisa quando citam esse tema? O termo sustentabilidade nos apresenta dois desafios: o primeiro é chegar a um consenso sobre o seu significado – é comum ser utilizado apenas como sinônimo de investimento na área ambiental; e o segundo é perceber qual o papel de cada um de nós dentro de uma política sustentável, o que implica em uma mudança profunda e, não superficial, de paradigmas.
Essa confusão de conceitos e práticas não está apenas na cabeça do dito cidadão comum. Uma pesquisa divulgada pela ABERJE (Associação Brasileira de Jornalismo Empresarial) revelou que apenas 13% dos profissionais entrevistados relacionam o tema ao conceito do triple bottom line (desenvolvimento econômico com responsabilidade social e ambiental), muito adotado pelas empresas.
Uma parcela significativa, 21%, relaciona o tema apenas a um dos pilares, o ambiental – aliás, prática muito comum também entre os empresários.
Outro conceito difundido, talvez mais próximo da nossa realidade, é o de “adotar práticas no presente que não comprometam as gerações futuras”. Esse conceito nos leva a pensar e questionar as nossas práticas e como estamos colaborando nesse processo.
Muitas vezes, temos noção dos riscos ocasionados pelas mudanças climáticas, temos opinião formada a respeito do protocolo de Kyoto e conseguimos identificar aspectos falhos no atual modelo de crescimento econômico global. Porém, não conseguimos perceber o nosso papel nessa engrenagem. Não entendemos que somos protagonistas e vítimas de nossas ações. Que somos formandos e formadores de um processo maior de transformação econômica, social e ambiental. Nossas práticas revelam quem somos e no que acreditamos.
Precisamos de lideranças empresariais, políticas e sociais comprometidas com as mudanças que uma sociedade sustentável exige e, acima de tudo, capazes de conduzir esse processo. Porém, precisamos também começar a fazer a nossa parte.
Somos responsáveis em exigir práticas macroeconômicas éticas, mas também em sermos éticos nas pequenas decisões econômicas que gerenciamos nas nossas relações interpessoais, nos nossos lares, nos nossos ambientes de trabalho.
Somos responsáveis por reivindicar a preservação dos nossos ecossistemas, mas também por adotar o consumo consciente para minimizar o descarte de produtos na natureza.
Somos responsáveis por cobrar políticas sociais eficientes sem interesses meramente eleitorais, mas também temos de nos sentir instigados a compartilhar o nosso conhecimento em prol do desenvolvimento do outro.
No século passado, certamente para falar de outro tema, o pacifista Mahatma Gandhi nos sinalizou com o caminho a ser trilhado para garantirmos a sustentabilidade de nossas ações: “Seja a mudança que você deseja ver no mundo.”

09 junho 2008

Mestre dos sushis: O japão por Jun

Jun Sakamoto, que na minha opinião, é o mestre dos sushimens que já conheci e provei, acaba de lançar um guia gastronômico: "O Japão por Jun".

Uma vez fui entrevistá-lo e com toda sua simplicidade, sem estrelismo como alguns do mundo da gastronomia, acabamos no menu degustação de seu fantástico restaurante. A coisa é tão de outro mundo, que eu nem sei expressar com palavras, ou melhor, com adjetivos, o encanto que são suas obras de arte...hummmmm.
No guia gastronômico, 22 receitas (19 pratos e três molhos) criadas por Jun Sakamoto, ilustradas por fotos, entre elas, o tartare de atum com foie gras, o tempura de figo e o sashimi de polvo. Por fim, é apresentada a história do sushi com detalhes de cada um de seus ingredientes, como origem e uso na gastronomia de Jun, seguida por um glossário de termos específicos da culinária japonesa.

A biografia, escrita pelo jornalista Thomaz Souto Corrêa: "Jun Sakamoto: O virtuose do sushi", alterna passado e presente, com histórias dos pais de Jun, que chegaram ao Brasil em 1960, sua infância e adolescência em Presidente Prudente (interior de São Paulo) e trajetória profissional, desde o início em cozinhas de Nova York até a abertura do restaurante Jun Sakamoto, localizado no bairro de Pinheiros (SP) e referência da alta gastronomia japonesa.

Curiosidades como o processo de escolha dos peixes, feita pelo próprio Jun, suas peripécias em busca de emprego nos Estados Unidos ou a importância das facas Aritsugo, criadas artesanalmente no Japão e vendidas exclusivamente para sushimen, permeiam a obra, ao lado de fotos tiradas durante a apuração do livro, no Brasil e no Japão.




O Japão por Jun

Autor: Jun Sakamoto

Editora: Bei

Preço: R$ 45


Jun Sakamoto: O virtuose do sushi

Autor: Thomaz Souto Corrêa

Editora: Bei

Preço: R$ 175


Inspire-se e enjoy!


Esse fim de semana fiz um passeio diferente. Eu, meu amor e nossos filhos resolvemos comer no Frevo (famosa lanchonete localizada nos Jardins/SP). E como ele mora neste bairro, resolvemos ir a pé (uns cinco quarteirões) até a Rua Oscar Freire, em plena sexta-feira, 22h00.

Para minha surpresa, parecia que estavamos na Madison Avenue, em Nova York. A Rua Oscar Freire foi toda repaginada. Andar por lá é delicioso. Nove quarteirões e múltiplas escolhas na guerra de tendências.
Na roda gigante da moda, é mais que um endereço, é um ponto turístico que reúne restaurantes sofisticados, sapatarias, joalheiras, cafés descolados, ateliês de arte e lojas de luxo que vendem os mais diversos artigos.

Portanto, Inspire-se e enjoy! Vale a pena!

03 junho 2008

Campanha de Tom Ford: Magrão gostoso

O fotógrafo Terry Richardson continua polêmico e talentoso em seus trabalhos. Ao lado do estilista Tom Ford, criou uma campanha extremamente sexy e apelativa para divulgar a coleção de verão do estilista.
O modelo nu é o brasileiro Alex Schultz, que posou sem preconceitos ou vergonhas para as lentes do fotógrafo. Em uma das imagens, Alex aparece fumando sem roupa e caminhando ao lado de outros modelos. Porém, a foto mais ousada traz o brasileiro simulando fazer sexo em um banco de praça sob os olhares curiosos de dois rapazes.

02 junho 2008

Paciência...

Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados...
Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. Por muito pouco a madame que parece uma 'lady' solta palavrões e berros que lembram as antigas 'trabalhadoras do cais'...

E o bem comportado executivo? O 'cavalheiro' se transforma numa 'besta selvagem' no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar...

Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma 'mala sem alça'. Aquela velha amiga uma 'alça sem mala', o emprego uma tortura, a escola uma chatice.

O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.

Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado... Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.

Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.

A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém, que você saiba que é 'ansioso demais' onde ele quer chegar? Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.

E você? Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar? Será que você conseguiu ler até aqui?

Respire... Acalme-se...

O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...

NÃO SOMOS SERES HUMANOS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA ESPIRITUAL...SOMOS SERES ESPIRITUAIS PASSANDO POR UMA EXPERIÊNCIA HUMANA...

(autoria atribuída a Arnaldo Jabor)

01 junho 2008

Jim Croce: Seguindo em frente pra vida não passar por mim.




Em 20 de setembro de 1973, Jim Croce morreu, aos 30 anos, vítima de um acidente de avião ocorrido perto de Natchitoches, Louisiana, que também vitimou outras cinco pessoas, entre as quais seu empresário Dominick Cortese, seu guitarrista Maury Muehlein, e o comediante George Stevens, que abriria o show de Croce e lançaria seu terceiro álbum. Batendo numa árvore, o avião alugado caiu logo após decolar, por não conseguir altitude suficiente.

"Ao longo de três décadas muitos de vocês têm escrito para querer saber mais sobre Jim Croce - o homem humilde cuja voz e música americana deu-nos um sentimento de esperança. Em honra a Jim Croce e seu legado musical, congratulo-me com você. Quando tocava, juntamente com o seu one-man-band, o extraordinário guitarrista Maury Muehleisen, Jim entregava sua sinceridade com essas canções em que você acredita que o amor existe mesmo e é real, e através dessas baladas e músicas amor, ele deixava que ela falasse por si. Com o seu tema de músicas românticas, sua sagacidade e seu charme exagerado, Jim, como seus heróis, tornou-se uma lenda.

Ingrid Croce





Croce nasceu no sul da Filadélfia. Ele formou-Upper Darby High School de Drexel Hill, Pensilvânia, em 1960. Em 1976, ele foi o primeiro ex-aluno a ser adicionado ao Upper Darby High School Wall of Fame. Ao assistir Villanova University (1965 graduação), Croce foi um membro da Villanova cantores e Villanova Spires; na época era um estudante disco jockey, cresceu e tornou-se um músico profissional. Casou-se com Ingrid Jacobson e converteu-se ao Judaísmo.

Perfeito

Dias perfeitos! Um brinde a Bacco, ao seu calor que me aquece, ao seu carinho que me transborda, ao seu beijo e abraço estonteantes, a esse vinho maravilhoso que estamos saboreando....
Dias intensos, lindos, maravilhosos. Vc me provê em todos os sentidos e me desperta as mais inovadoras e intensas emoções.

O que mais posso te dizer????? Ahhh, te dar um aperto rsrsrsrrs É pra já!!!!!!