03 dezembro 2012

"Esperei com paciência pelo Senhor, e ele se inclinou para mim e ouviu o meu clamor" (Salmos 40.1)


Senhor, nesta noite que se inicia,
Estou aqui, diante de vós mais uma vez,
Para agradecer-lhe por mais um dia em que pude desfrutar
Das suas Bênçãos e do seu Amor.

Neste momento, em que os meus pensamentos
Estão todos voltados para vós
Venho hoje, em especial,
Rogar a vossa misericórdia, compreensão, amor e o seu perdão.


Perdoa-me Senhor por não conseguir aceitar que,
coisas por mim tão amadas, estejam partindo.
Perdoa-me principalmente, por não conseguir aceitar
o que para mim está reservado.

Senhor, não se aborreça com os meus questionamentos e as
reclamações, eu vos suplico, auxilia-me no encontro das soluções.
Não se entristeça com as minhas lágrimas
Pois confio em Vós, e sei que logo estarás ao meu lado,
Não só para enxugá-las, mas, para também transformá-las,
no meu mais lindo sorriso.

Pai, em momento algum esqueci dos meus semelhantes.
Guardo sempre comigo, o que um dia nos ensinaste:
"Amai-vos uns aos outros, como "Eu" vos amei".

Eu confesso, Querido Pai, que todo o amor
que colocaste em meu coração, tento dividi-lo com todos aqueles
que a mim recorrem até mesmo àqueles que mesmo distante
ou ausente, sei que necessitam de uma palavra
de fé, amor e de carinho.

Me perdoe Pai, se em alguns momentos da minha vida
a descrença tenha tomado conta de mim, pois imensa é a dor
que em meu peito se alojou.
E hoje, aqui, diante de vós, suplico-lhe
a vossa misericórdia e o vosso perdão.

Perdoa-me também por não ter a força, que um dia a mim entregaste.
Os caminhos estão sendo árduos, e sinto que estou fraquejando.
Lhe imploro, traga-a de volta.
Esta mesma força, preciso transmiti-la aos que de mim vieram.

Pai Amado, dá-me a coragem de olhar o mundo de frente,
novamente, deixando para trás toda e qualquer tristeza ou mágoa
que nos tempos vividos, tenham deixado grandes marcas.

Senhor Meu Deus, ajude-me a abrir meu coração novamente
pois só assim me sentirei mais leve para, cada vez mais,
amar meus semelhantes.

Se não for pedir muito "Pai", mostre-me um novo caminho a seguir.
Estou sem rumo, sem direção, perdida na imensidão desta tristeza
que inundou a minha vida.

Não penses "Pai Amado", que estou sendo injusta convosco.
Não ... sei que todos nós temos que passar por dificuldades,
perdas, injustiças, mas a vós eu confesso; me sinto fraca e incapaz.
Estou naquele momento em que gostaria que o "Senhor"
me carregasse no colo, gostaria de me sentir mais amparada.
Mas ao mesmo tempo me sinto envergonhada em saber que,
outros filhos seus estejam passando por dores muito maiores
e a sua fé, não foi abalada.

Diante disso "Meu Pai" estou aqui a lhe pedir a sua Compreensão
e acima de tudo o seu Perdão, por me mostrar hoje triste,
fraca e impotente, deixando a minha fé se abalar e me
esquecendo que o Senhor a tudo ouve e vê, e que também
tenho a certeza de que ao meu lado sempre esteve, e que
por inúmeras vezes já me livrastes de grandes males e aflições.

Senhor Deus, Meu Pai, guardo esta frase, que sempre me acompanha:
"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida".
Então Pai, eu vos suplico aqui em oração, mais uma vez,
mostre-me o caminho a seguir orientando-me e iluminando-me.
Deixai falar mais alto a verdade,
para que meus ouvidos calem a minha boca e
faça meu ser transbordar de vida plena, para que eu possa
num futuro bem próximo, estar aqui novamente
diante de 'Vós" e lhe dizer:
Estou aqui Senhor. Eu Orei, Acreditei, Vivi e Venci.

Assim Seja !!

29 novembro 2012

quer saber uma história?



Conta a lenda que a Phoenix, Fênix ou Phoinix (grego) lendária ave, ateia fogo em si mesma quando descobre que está para morrer.
Ela povoou o imaginário mitológico das antigas civilizações egípcia e grega.
A lenda diz que a primeira Phoenix surgiu de uma centelha que o deus Ra soprou sobre a face da Terra, representando o Fogo Sagrado da Criação.
Segundo a lenda, seu habitat é entre os desertos da Arábia, entre as ervas e temperos aromáticos.
Ela vive por volta de 500 anos e após esse período procura uma árvore solitária e, no alto de sua copa, faz seu ninho com canela, olíbano (uma espécie de goma-resina, encontrado na África e na Índia; especiaria muito utilizada na Antiguidade para se fazer incenso) e mirra (espécie de arbusto encontrado em regiões desérticas, especialmente na África e no Oriente Médio).
Ela, então, ateia-se fogo e de suas cinzas surge um pequeno ovo vermelho de onde nasce uma outra Phoenix, mais forte e mais bonita.
Ela representa a imortalidade do ser, o poder de mudança, de consciência de si mesmo.
Pode ser vista, também, como um modelo de perfeição ou de beleza absoluta.
Na mitologia egípcia a Phoenix é reverenciada como a personificação do deus Ra (deus do sol). Existe somente uma da espécie e é por isso que o deus Ra jurou que enquanto a Phoenix renascer das cinzas, a esperança, no mundo, nunca morrerá.
Portanto, a Phoenix representa a depuração da alma.
Segundo a lenda, o tamanho da ave assemelha-se ao da águia.
Tem olhos brilhantes como as cores das estrelas.
Sua plumagem é dourada no pescoço e no papo; púrpura no restante do corpo;
possui uma crista formada por penas finíssimas e delicadas, sendo sua calda constituída por penas longas e suaves, nas cores branca e vermelha.
Na mitologia oriental também existe uma Phoenix que simboliza a felicidade, a virtude e a inteligência.
E sua plumagem é feita das sete cores sagradas para os orientais: as cores do arco-íris.
Sejamos, então, como a Phoenix. Que tenhamos o entendimento necessário para aprender com cada dificuldade e que, assim, renasçamos cada vez mais fortes depois de cada problema, cada fase difícil e de cada obstáculo ultrapassado.

a lua que eu te dei......

"Quando eu olho nos seus olhos
Eu posso ver um amor reprimido
Nós estivemos nisso por um longo tempo
Só tentando matar a dor
E ninguém tem certeza de quem está se deixando ir hoje
Eu sei que é difícil manter aberto o coração.....

 
 
"Quando seus medos baixarem
E as sombras não permanecerem
Eu sei que você pode me amar
Quando não houver ninguém para culpar
Então, deixa pra lá a escuridão
Nós ainda podemos achar um caminho

28 novembro 2012

Ela guardava em si a impressão de que o perderia Ele tinha pra si que não precisava dela de fato As mãos entrelaçadas, cambaleantes, tocavam-se frias A separação se perfez antes no espírito que de fato Ela, em silêncio, refletia sobre as perdas Ele, falando aos quatro cantos, nem percebia a falta Um dia ela acordou do transe, amou o sol lá fora Ele, que não dormia nunca, nem via as cores do dia e numa bela tarde rasa naquela esquina perto de casa se viram como nunca dantes tinham o coração tranquilo as mãos entrelaçaram-se novamente se desfez o peso dos dias passados decidiram tomar mais um café juntos riram das verdades presentes e como se nunca tivessem se amado feito amantes, amigos, amaram-se para sempre!


@gisele zamboni

Regulamentação para eficiência em edificações

Regulamentação para eficiência em edificações

09 maio 2012

esse os homens vão adorar!

Casas do Brasil

Os ciganos têm sua história construída em cima, basicamente, do nomadismo. Com isso, participam de certo modo de quase todos os povos do mundo. Chegaram ao Brasil no século XVI, quando João Torres foi condenado a sair de Portugal e ficar cinco anos aqui na colônia. 
Hoje, os ciganos no Brasil já passam um milhão e meio. A maioria é Calon (o povo é dividido em dois grupos majoritários: Rom e Calon). O grupo veio principalmente de Portugal e Espanha.
A questão da terra ainda é levada pelos ciganos como uma questão de liberdade. O que ainda existe de ideal cigano no imaginário popular, como a moradia em barracas, é vivido pelos Calons. São esses personagens e suas moradias o tema de exposição “Casas do Brasil – Barraca Cigana” da fotógrafa Luciana Sampaio no Museu da Casa Brasileira.
Como parte da mostra, haverá uma barraca no jardim do museu, montada pelo chefe cigano Darci Soares, sua mulher Diholaila Marinho Soares, sobrinho Fabinho Soares e filha Marimar Soares, do grupo de Jaboticabal. A barraca permitirá aos visitantes vivenciar o espaço doméstico e a experiência cotidiana da moradia cigana.
A proposta da exposição é abrir um pouco da vida dessas comunidades. Por quase 15 anos, a fotógrafa conviveu com famílias do grupo Calon espalhadas pelo Estado de São Paulo. O resultado de tantos anos de dedicação é apresentado em fotos e vídeos no Museu da Casa Brasileira e recebe o título de "Casas do Brasil - Barraca Cigana".

Parte do extenso arquivo documental, estimulado pela curiosidade da cultura cigana, como o dialeto que sobrevive há séculos sem existir em forma escrita, a organização familiar, vestimentas e a própria condição de moradia, será exposta no Museu.

Os ciganos retratados na exposição atualmente vivem em acampamentos espalhados por seis cidades: Jaboticabal, Pitangueiras, Guariba, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e São Paulo.

Serviço
Casas do Brasil - Barraca Cigana
Até 3 de junho
Local: Museu da Casa Brasileira - São paulo - SP
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705
Ingressos: R$ 4,00 (estudantes pagam meia entrada)
Telefone: (11) 3032-3727
Site: http://www.mcb.org.br

pra essa lua cheia......

Com a maré da manhã surgiu no Céu uma Lua
De lá desceu e fitou-me Como o falcão que arrebata o pássaro,
Essa Lua agarrou-me e cruzou o Céu
Quando olhei para mim, já não me vi
Naquela Lua, meu Corpo se tornara por graça,
Sutil como a Alma Viajei então, em estado de Alma
E nada mais vi se não a Lua, até que o segredo do saber divino me foi por inteiro revelado
As nove esferas celestes fundiram-se na Lua
E o vaso do meu ser dissolveu-se inteiro no Mar
Quando o Mar quebrou-se em ondas,
A sabedoria divina lançou sua voz ao longe
Assim tudo ocorreu, assim tudo foi feito
Logo o Mar inundou-se de espuma
E cada gota de espuma tomou forma e Corpo
Ao receber o chamado do Mar Cada Corpo de espuma se desfez
E tornou-se espírito no Oceano