07 novembro 2009
esse francês é de arrepiarrrrrrrrrrr

David Guetta vai dar o ar da graça aqui em Sampa dia 11/11 na Pachá...uauuu
I goooo!!!! amoo ouvir Sexy Bicht....
Esse queridinho de nossos ouvidos começou sua carreira na aos 17 anos, e começou a tocar Hip-Hop e House Music em Boates de Paris. Inicialmente influenciado pelo DJs de hip-hop que ouvia na França na estação rádio 7 , começou a discotecar no Broad , em um clubes gay em Paris. De 1988 a 1990, Guetta foi um dos DJ de house music mais tocado na Rádio Nova de Paris . No início dos anos 90, ele teve grande influência no aumento da house music e acid house, em Paris, tocando em clubes como o Le Central na Champs-Élysées e do Clube Rex. Foi nessa época que Guetta conheceu a cantor americano Robert Owens, que estava em turnê na Europa, e tocou uma das suas próprias demonstrações. O cantor gostou tanto que decidiu cantar nos vocais para ele. Lançado em 1994, seu primeiro single , "Up & Away", foi um sucesso em um clube pequeno e é considerado como um dos registros pioneiros do gênero do house francês. Também nesse ano, David conheceu sua esposa Cathy Guetta DJing no Les Bains Douches e juntos organizaram festas no teatro Bataclan, em Paris. Desde 1996, David Guetta também realiza eventos em Ibiza.
Em 2009, Guetta produziu para The Black Eyed Peas a canção "I Gotta Feeling" de seu álbum The E.N.D. Um remix da canção também está incluído no seu mais recente álbum One Love. Ele também fez 2 remixes de outro single do álbum, "Boom Boom Pow", como "Boom Boom Guetta" e "Boom Boom Wow".
E agora lança aqui no Brasil seu quarto álbum "One Love".
06 novembro 2009
Em qual vc se encaixa?
Dando uma lida no Suplemeto Equlíbrio da Folha de São Paulo, o texo da Rosely Sayão me chamou a atenção. Li, achei interessante, e vou postá-lo aqui. Estou mais para o peregrino...
O turista e o peregrino
[...] Hoje, mal um filho nasce e os pais já se preocupam com o fim de sua jornada.
O mundo em que vivemos afeta profundamente a maneira de ser e de viver de cada um de nós e nem sempre nos damos conta disso. As decisões que tomamos diariamente, as escolhas que fazemos, as interpretações que damos aos acontecimentos são influenciadas pelo contexto social e cultural.
Isso quer dizer que os estilos de vida que adotamos também estão marcados pela maneira como o mundo se constitui.
As metáforas ajudam a compreender melhor as transformações que ocorreram e que estão em curso no nosso modo de viver. Zygmunt Bauman, pensador contemporâneo, construiu uma que ajuda a dar sentido e a interpretar a diferença entre o modo de estar no mundo décadas atrás e agora.
Para isso, ele contrapõe as imagens do peregrino e do turista.
O peregrino, figura característica de um mundo em extinção, é quem escolhe viajar em busca de algo para melhorar ou dar sentido à sua vida. Em sua árdua e longa jornada, que não tem prazo para terminar, ele não tem pressa e seu trajeto importa mais do que sua chegada, que ele não sabe quando nem onde ocorrerá.
Já o turista -figura marcante dos tempos atuais- viaja por diversão e com data marcada para voltar, escolhe seu destino por curiosidade ou influência do mercado de consumo do lazer e seu trajeto é apenas o modo de chegar a seu destino.
Qualquer contratempo nos planos do turista é vivido de forma dramática. Vou usar essa metáfora para compreender um pouco as mudanças dos papéis de mãe e de pai na atualidade.
Hoje, mal um filho nasce e os pais já se preocupam com o fim de sua jornada, que equivale a entregar o filho ao mundo para que ele viva por conta própria e com autonomia. Desse modo, pais de crianças muito pequenas procuram escolas que as preparem para o vestibular e o Enem, enchem seus filhos de atividades que os ajudem a enfrentar o futuro mercado de trabalho, programam com antecedência e em pormenores sua vida para realizar tudo o que planejaram para o filho.
Pais de crianças que resistem -por seu modo de ser- a tais planos frustram-se, sentem-se fracassados, usam de muitos artifícios para tentar resgatar o caminho originalmente traçado ou desistem precocemente de sua viagem. Preparar o filho para o futuro tornou-se, por força das pressões externas, missão mais importante do que conhecer e ouvir o filho, estar com ele, construir um vínculo afetivo. Essa imagem é muito parecida com a do turista, não?
Há pais que não pensam no fim de sua jornada a não ser quando constatam que ela terminou. Sabem que seu trajeto será longo e árduo, não têm pressa, encaram as vicissitudes como parte da caminhada, ligam-se mais ao filho que têm do que àquele que ele será. Esse modo de se relacionar com a paternidade tem mais relação com a imagem do peregrino, portanto.
É possível escolher ser mais peregrino na vida com os filhos do que turista, mesmo com as influências que sofremos. Para isso, entretanto, é preciso refletir e resistir a muitas pressões do mundo em que vivemos.
ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha)
v
O turista e o peregrino
[...] Hoje, mal um filho nasce e os pais já se preocupam com o fim de sua jornada.
O mundo em que vivemos afeta profundamente a maneira de ser e de viver de cada um de nós e nem sempre nos damos conta disso. As decisões que tomamos diariamente, as escolhas que fazemos, as interpretações que damos aos acontecimentos são influenciadas pelo contexto social e cultural.
Isso quer dizer que os estilos de vida que adotamos também estão marcados pela maneira como o mundo se constitui.
As metáforas ajudam a compreender melhor as transformações que ocorreram e que estão em curso no nosso modo de viver. Zygmunt Bauman, pensador contemporâneo, construiu uma que ajuda a dar sentido e a interpretar a diferença entre o modo de estar no mundo décadas atrás e agora.
Para isso, ele contrapõe as imagens do peregrino e do turista.
O peregrino, figura característica de um mundo em extinção, é quem escolhe viajar em busca de algo para melhorar ou dar sentido à sua vida. Em sua árdua e longa jornada, que não tem prazo para terminar, ele não tem pressa e seu trajeto importa mais do que sua chegada, que ele não sabe quando nem onde ocorrerá.
Já o turista -figura marcante dos tempos atuais- viaja por diversão e com data marcada para voltar, escolhe seu destino por curiosidade ou influência do mercado de consumo do lazer e seu trajeto é apenas o modo de chegar a seu destino.
Qualquer contratempo nos planos do turista é vivido de forma dramática. Vou usar essa metáfora para compreender um pouco as mudanças dos papéis de mãe e de pai na atualidade.
Hoje, mal um filho nasce e os pais já se preocupam com o fim de sua jornada, que equivale a entregar o filho ao mundo para que ele viva por conta própria e com autonomia. Desse modo, pais de crianças muito pequenas procuram escolas que as preparem para o vestibular e o Enem, enchem seus filhos de atividades que os ajudem a enfrentar o futuro mercado de trabalho, programam com antecedência e em pormenores sua vida para realizar tudo o que planejaram para o filho.
Pais de crianças que resistem -por seu modo de ser- a tais planos frustram-se, sentem-se fracassados, usam de muitos artifícios para tentar resgatar o caminho originalmente traçado ou desistem precocemente de sua viagem. Preparar o filho para o futuro tornou-se, por força das pressões externas, missão mais importante do que conhecer e ouvir o filho, estar com ele, construir um vínculo afetivo. Essa imagem é muito parecida com a do turista, não?
Há pais que não pensam no fim de sua jornada a não ser quando constatam que ela terminou. Sabem que seu trajeto será longo e árduo, não têm pressa, encaram as vicissitudes como parte da caminhada, ligam-se mais ao filho que têm do que àquele que ele será. Esse modo de se relacionar com a paternidade tem mais relação com a imagem do peregrino, portanto.
É possível escolher ser mais peregrino na vida com os filhos do que turista, mesmo com as influências que sofremos. Para isso, entretanto, é preciso refletir e resistir a muitas pressões do mundo em que vivemos.
ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (ed. Publifolha)
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04 novembro 2009
02 novembro 2009
Pra quem se acha! OTEMA!
Nunca se ache demais, pois tudo o que é demais sobra, tudo o que sobra é resto e tudo o que é resto vai pro lixo.........
26 outubro 2009
Mardita calabresa!

Por Duda Rangel - invadindo o espaço da Ana!
Posted: 26 Oct 2009
Um esporte bastante praticado pelos jornalistas é a "corrida atrás de emprego". Para quem trabalha, é o "triatlo de redação", modalidade de resistência em que o repórter apura a matéria pela manhã, vira redator à tarde e ajuda no fechamento à noite. Mas, no geral, nossa vidinha é bem sedentária. Recente pesquisa nacional do Comunique-se mostrou que apenas 3 em cada 10 profissionais da área cuidam do corpo de forma adequada.
Jornalistas, em sua maioria, preferem atividades intelectuais, como o debate de idéias num boteco, com cigarro, cerveja e uma porção de calabresa acebolada. Tudo muito saudável. Eu faço parte desta turma de malhação. Sempre tive uma vida desregrada e detestei academia - jornalista está acostumado a levar ferro e não a puxar ferro. Hoje, tenho o corpo todo definido. Defini que é esta merda mesmo e ponto final.
Não tomo Herbalife, nem sou adepto de nenhuma dieta de chá colorido. Sigo a Dieta do Desempregado. Como não tenho dinheiro para ir ao mercado, minha geladeira vive vazia. Logo, estou comendo menos. Quando trabalhava, eu seguia a Dieta da Coxinha, minha companheira de muitos almoços.
Existem, porém, alguns poucos jornalistas preocupados com o corpo e, principalmente, com a saúde. Conheci um novato em Esportes, que, de tão hipocondríaco, decidiu procurar um especialista em distúrbios do sono depois de uma noite em claro em seu primeiro pescoção. Tinha um outro, repórter de Cultura, que fazia exame da próstata desde os 20 anos, quando o ideal é começar só depois dos 40. Ele dizia que era um cara prevenido, que se sentia protegido ao lado de um urologista de confiança e coisa e tal. Me engana que eu gosto.
Jornalistas, em sua maioria, preferem atividades intelectuais, como o debate de idéias num boteco, com cigarro, cerveja e uma porção de calabresa acebolada. Tudo muito saudável. Eu faço parte desta turma de malhação. Sempre tive uma vida desregrada e detestei academia - jornalista está acostumado a levar ferro e não a puxar ferro. Hoje, tenho o corpo todo definido. Defini que é esta merda mesmo e ponto final.
Não tomo Herbalife, nem sou adepto de nenhuma dieta de chá colorido. Sigo a Dieta do Desempregado. Como não tenho dinheiro para ir ao mercado, minha geladeira vive vazia. Logo, estou comendo menos. Quando trabalhava, eu seguia a Dieta da Coxinha, minha companheira de muitos almoços.
Existem, porém, alguns poucos jornalistas preocupados com o corpo e, principalmente, com a saúde. Conheci um novato em Esportes, que, de tão hipocondríaco, decidiu procurar um especialista em distúrbios do sono depois de uma noite em claro em seu primeiro pescoção. Tinha um outro, repórter de Cultura, que fazia exame da próstata desde os 20 anos, quando o ideal é começar só depois dos 40. Ele dizia que era um cara prevenido, que se sentia protegido ao lado de um urologista de confiança e coisa e tal. Me engana que eu gosto.
Duda Rangel
Um jornalista desempregado, um homem abandonado pela mulher. Um ser humano em ruínas, que busca sua reconstrução.....
Um jornalista desempregado, um homem abandonado pela mulher. Um ser humano em ruínas, que busca sua reconstrução.....
24 outubro 2009
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